A Maçã

O pensamento, a memória, a imaginação e a criatividade são coisas loucas e maravilhosas que estão em nossa cabeça.


Olhando pra uma maçã, pra uma foto de uma maçã, pra uma ilustração de uma maçã ou apenas pensando numa maçã, podemos sentir fome ou desejo. Podemos pensar em outras frutas ou numa geleia.


Podemos pensar numa marca como a Apple, que era a gravadora dos Beatles e no compacto simples que mostrava, no lado A, a maçã com a casca e no lado b, a maçã cortada na metade.


Podemos pensar nos Beatles ou em outro grupo ou outro tipo de música. Podemos fugir deste pensamento e pensar numa outra maçã.


Podemos pensar em New York, ou em New York, em Frank Sinatra, em Jazz, em Blues e lembrar do novo desenho da Disney que se passa em New York, a grande Maçã.


Saindo do leste e indo pro leste, podemos pensar em outra maçã, na maçã de Jobs, no quanto a Apple foi e será sempre inovadora e seu design fantástico e o quanto podemos ou não, gostar daquilo tudo.


Podemos pensar na maçã de Raul Seixas e voltar a pensar em música ou no Paulo Coelho e na Rita Lee ou em como ela tá velha e ainda com alma de criança. E pensar: é isso que importa.


Podemos divagar e pensar na maçã de Eva, no tar Adão, em religião, na igreja, na nudez ou no pecado ou na Capela Sistina ou na Basílica de São Pedro. Pensar em arte, na maçã de Magritte ou nas maçãs de Cézanne, Podemos também apagar isso tudo e pensar em outra coisa.


Lembrar de Newton e da maçã que caiu em sua cabeça ou não caiu e o quanto admiramos ou ignoramos, física, química, matemática e tudo que envolve números, mas que ao mesmo tempo, tudo no universo nos fascina.


E podemos voltar a pensar que o próprio universo está em nossa cabeça e que se pudermos domá-la seremos o Dono do Mundo. Do nosso mundo. Da nossa maçã.


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